O texto oficial informa que a política terá vigência de 1º de janeiro de 2026 a 31 de dezembro de 2027, conforme comunicado conjunto do Ministério das Finanças e da Administração Estatal de Impostos.
De acordo com o documento, a decisão tem como objetivo promover ainda mais a abertura do mercado de títulos do país, sinalizando compromisso com a integração financeira internacional.
A iniciativa ocorre em um momento em que os fluxos globais de capitais seguem sensíveis à credibilidade das políticas econômicas. Dados divulgados em dezembro pelo Instituto de Finanças Internacionais (IIF) mostram que, apesar de uma recuperação liderada por títulos de dívida de economias emergentes, a China apresentou saída líquida de US$ 5,5 bilhões em títulos de dívida no período analisado.
Para o IIF, "conforme a incerteza global persiste, os fluxos provavelmente ficarão mais sensíveis à credibilidade de políticas, condições de financiamento e dinâmicas de emissão de dívida, reforçando a diferenciação entre mercados".
(Com Agência Estado)
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