Segundo o porta-voz da pasta, desde a entrada em vigor do acordo, no início de 2020, a China tem cumprido suas obrigações "com espírito contratual", apesar dos impactos da pandemia e dos rupturas nas cadeias de suprimento.
Pequim sustenta que implementou os compromissos relacionados à proteção de propriedade intelectual e à abertura dos mercados financeiro e agrícola, além de ter promovido a expansão da cooperação comercial.
Em contrapartida, o governo chinês acusa os EUA de endurecer controles de exportação, restringir investimentos bilaterais e ampliar medidas de contenção em áreas econômicas e comerciais, o que, segundo a pasta, viola o espírito do acordo e prejudica as condições para sua implementação.
O ministério acrescentou que, desde o ano passado, os dois lados realizaram cinco rodadas de consultas econômicas e comerciais e alcançaram consensos sobre temas como extensão da suspensão de tarifas recíprocas, comércio agrícola, controles de exportação e redução de restrições a investimentos.
Pequim disse esperar que Washington trate a implementação do acordo de forma "objetiva e racional" e evite transferir responsabilidades. Caso os EUA insistam na investigação ou adotem novas tarifas com base nela, a China afirmou que tomará "todas as medidas necessárias" para defender seus direitos e interesses legítimos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, deve viajar à China em abril para encontro bilateral com o líder chinês, Xi Jinping.
(Com Agência Estado)
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