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Brasil Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026, 11:30 - A | A

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026, 11h:30 - A | A

Flávio diz que apoio a Celina Leão no DF dependerá de apoios ao Senado e decisão de Ibaneis

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta quarta-feira, 25, que o PL ainda precisa de mais tempo para decidir quem apoiará ao governo do Distrito Federal e condicionou um apoio a Celina Leão (PP) à decisão do atual governador Ibaneis Rocha (MDB) sobre uma candidatura ao Senado.

"Depende da conjuntura. Se o Ibaneis (MDB) for candidato ao Senado, isso inviabiliza que o PL formalmente esteja na chapa dela, porque o PL vai lançar duas vagas ao Senado. Não dá para a mesma candidatura a governo do Estado lançar três nomes ao Senado", declarou a jornalistas, após visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na Papudinha.

"Com relação ao apoio ao governo do Estado, a gente tem que conversar mais", disse.

Segundo ele, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem travado conversas com Celina Leão, mas um apoio a ela precisará da definição dos nomes que sairão ao Senado. Flávio reafirmou que Michelle e a deputada Bia Kicis (PL-DF) são as pré-candidaturas apoiadas pelo partido.

Mato Grosso do Sul

Flávio afirmou que seu pré-candidato ao governo do Mato Grosso do Sul é o senador Wellington Fagundes (PL-MT). Já um dos apoios para o Senado irá para o deputado José Medeiros (PL-MT).

Flávio disse que Bolsonaro pediu a ele para continuar a definição dos palanques estaduais: "Ele falou: 'Vai tocando o barco e resolvendo Estado por Estado'".

Pesquisa Atlas/Bloomberg

Flávio afirmou não ter analisado os dados da pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, mas disse que está dando "a lógica". O levantamento mostra Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados em um eventual segundo turno.

"Está dando a lógica. Governo (vai) muito mal, um governo que não toma conta de ajudar os Estados e municípios no combate a facções criminosas, um governo que não para de criar imposto", disse.

O senador voltou a criticar Lula e a primeira-dama Janja Lula da Silva. "As viagens para Janja estão ficando mais exigentes, estão tendo que gastar mais. Então ele aumenta os impostos para poder bancar os luxos dele, as viagens improdutivas de passeio dele", declarou.

Dosimetria

Flávio afirmou aguardar a definição da sessão do Congresso que analisará os vetos ao projeto de dosimetria, que poderia reduzir a pena de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele disse, porém, que continuará apoiando projetos para dar uma anistia total aos condenados pelo 8 de Janeiro. "Vamos derrubar esse veto e continuar trabalhando pela anistia."

(Com Agência Estado)

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