O deputado estadual Eduardo Botelho (UB) endossou, em entrevista nesta quarta-feira (25), a tese de que mais candidatos podem surgir para disputar o governo de Mato Grosso neste ano. Um dos nomes citados por Botelho é o do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), que segundo o deputado, tem potencial para "mudar o cenário" eleitoral.
Até o momento, tentam viabilizar suas candidaturas o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Jayme Campos (UB). Já a médica Natasha Slhessarenko (PSD) e o senador Wellington Fagundes (PL) já foram avalizados pelos seus respectivos partidos.
Max poderia surgir como uma terceira via entre Pivetta e Jayme, que disputam o apoio do União Brasil. Pivetta conta com a proximidade e a preferência pessoal do governador Mauro Mendes (UB), presidente da sigla. Jayme, por sua vez, é um dos caciques da legenda e tem o nome cravado na política mato-grossense.
"Se não houver acordo, o nome do Max é um nome bom", falou Botelho à imprensa.
Embora tenha citado o presidente da AL, o deputado fez questão de minimizar e afirmar que a conjuntura não passa de especulação, embora também já venha sendo ventilada nos bastidores da política.
"O Max não falou para ninguém. Aliás, ele falou para mim que ele seria candidato se o Pivetta não fosse, se o Jayme não fosse, se o Wellington não fosse, aí todos os três teriam que pedir para ele", brincou.
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