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Economia Terça-feira, 19 de Maio de 2026, 11:00 - A | A

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Terça-feira, 19 de Maio de 2026, 11h:00 - A | A

Cautela global com guerra e cenário político interno jogam Ibovespa para baixo

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Ibovespa recua nesta terça-feira, 19, desde a abertura praticamente, acompanhando a queda dos índices das bolsas de Nova York. No radar, seguem os desdobramentos do conflito entre Estados Unidos e Irã. Uma declaração do presidente norte-americano, Donald Trump, indicando que pode adiar um ataque ao Irã voltou a alimentar a leitura de que pode haver espaço para um acordo e redução das tensões, mas o mercado olha esse cenário com ceticismo.

O noticiário político brasileiro fica no foco, após a divulgação da pesquisa Atlas/Bloomberg, que já reflete o efeito do "Flávio Day 2.0", em dia de agenda esvaziada de indicadores no Brasil e no exterior.

No período da manhã desta terça-feira, em eventos separados, falaram o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Monetária, Nilton Davi. Ainda estão previstos discursos de autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

Diante da perspectiva de um acordo entre EUA e Irã, o petróleo recua, mas o Brent é negociado em US$ 100 por barril, reforçando temores inflacionários e com a política monetária global. Há relatos de que o Irã avalia reabrir o Estreito de Ormuz, mas sem permissão para a passagem de navios dos Estados Unidos, de Israel e de países que apoiaram a guerra.

Conforme Antonio Madeira, economista da 4Itelligence, enquanto o Estreito não for completamente aberto, os mercados ficarão na defensiva, com melhoras pontuais a depender do noticiário sobre a guerra no Oriente Médio. "O quadro no exterior é indefinido. O petróleo neste nível pressiona a inflação, o que acaba resultando em um movimento natural nos juros, que avançam. Ou seja, a oferta de petróleo segue comprometida", diz,

O minério recuou 0,87% em Dalian, e as bolsas de Nova York também cedem até 1,43% (Nasdaq), em meio ainda a incertezas sobe a política monetária americana, diante dos efeitos do choque de energia, enquanto as bolsas europeias sobem.

No âmbito político, investidores digerem a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada hoje. As intenções de voto do senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) caíram 5,4 pontos porcentuais no primeiro turno e 6 pontos em um eventual segundo turno depois do áudio em que ele pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro vir à tona. Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a liderar a disputa contra Flávio no segundo turno e ampliou a vantagem no primeiro. "Flávio ainda é a opção da oposição", diz Madeira.

Às 11h21, o Ibovespa caía 1,07%, aos 175.073,37 pontos, ante mínima em 173.543,76 pontos (-1,94%) e abertura estável na máxima de 176.973,24 pontos. Ontem, o indicador fechou em baixa de 0,17%, aos 176.975,82 pontos.

Entre as ações de primeira linha, Petrobras cedia até 0,75% (PN) e Vale perdia 1,93%, enquanto, entre bancos, o recuo mais intenso era de 1,46% (Unit de BTG) e o menos expressivo de 0,19%; Itaú cedia 0,83% e Bradesco, entre 0,91% (PN) e -0,85% (ON).

(Com Agência Estado)

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