O aumento do imposto sobre carbono é o mais recente avanço na iniciativa da premiê de Alberta, Danielle Smith, de construir um novo oleoduto voltado a atender à demanda por energia de economias asiáticas. Com o acordo fechado, autoridades canadenses devem concentrar-se em negociações com produtores de energia em Alberta sobre a construção de um projeto de captura e armazenamento de carbono, outra exigência que Carney tem reiterado ser necessária antes do início das obras.
As medidas de Canadá e Alberta buscam aproveitar a demanda por energia de fontes alternativas ao Oriente Médio, diante da incerteza geopolítica evidenciada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã. Além disso, Carney vem defendendo a construção de novos corredores comerciais e o desenvolvimento de recursos para recuperar a resiliência econômica, reduzir a dependência do comércio com os EUA e retomar o crescimento.
Alberta informou que elevará a cobrança sobre o carbono emitido pela indústria do nível atual de 95 dólares canadenses por tonelada (cerca de US$ 70) para C$ 140 até 2040. Autoridades da província disseram que os aumentos escalonados poupariam ao setor de energia até C$ 250 bilhões em custos de conformidade e dariam previsibilidade aos investidores quanto ao ambiente regulatório.
Alberta tem agora até 1º de julho para apresentar uma proposta de oleoduto para apoio federal. Se o projeto for aprovado e outras condições forem cumpridas, Carney poderá declarar a iniciativa como de interesse nacional, acelerando o processo de aprovação. A construção poderia começar já em setembro de 2027.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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