O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia atingiu R$ 915 milhões, avanço de 0,9% frente aos R$ 907,3 milhões do ano anterior.
A margem Ebitda ficou em 8,2%, ante 7,4% de um ano antes, alta de 0,8 ponto porcentual.
No segmento alimentício Brasil, a receita líquida caiu 10,9%, para R$ 7,94 bilhões, ante R$ 8,915 bilhões.
O segmento alimentício internacional obteve receita líquida 5,3% menor, de R$ 3,170 bilhões, ante R$ 3,348 bilhões.
O volume de produtos comercializado pela empresa no ano avançou 6,7%, para 2,256 milhões de toneladas, refletindo principalmente o desempenho do internacional, com crescimento de 30,6%, impulsionado pelo maior volume no Uruguai e pela contribuição do Paraguai, parcialmente compensado por menores volumes nos demais países.
No segmento internacional, o volume vendido foi de 809,8 mil toneladas. O desempenho do Brasil ficou em 1,44 milhão de toneladas.
No ano, a empresa investiu R$ 463 milhões, 4% mais que em 2024, quando aplicou R$ 335 milhões.
(Com Agência Estado)
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