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Economia Quarta-feira, 22 de Julho de 2026, 16:30 - A | A

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Quarta-feira, 22 de Julho de 2026, 16h:30 - A | A

Brasil Soberano é plano que governo amadurece desde 2025, está tudo contemplado, diz Durigan

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o Brasil Soberano 3 é um plano que o governo federal foi amadurecendo desde 2025 e "está tudo contemplado" nele.

"Aprendemos desde o ano passado, nessa forma altiva de responder esse tipo de interferência externa indevida, como ajudar os setores. Não estamos começando agora a falar com os setores. Desde julho do ano passado, quando teve a primeira tarifa anunciada, temos sentado com os setores e entendido deles a importância de dialogar e achar soluções", explicou o ministro em entrevista coletiva à imprensa após cerimônia no Palácio do Planalto.

"Entendam o Plano Brasil Soberano como um plano que fomos amadurecendo e a resposta que temos para essas diferentes provocações e interferências indevidas. Por isso está tudo contemplado. Não porque estamos agora tentando encontrar saídas, mas porque estamos construindo esse programa há um ano", completou Durigan.

A fala foi em entrevista coletiva logo após ato no Palácio do Planalto com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a sanção da lei do Plano Brasil Soberano 2 e assinatura da medida provisória do Brasil Soberano 3, programas de apoio a setores afetados pelo tarifaço dos Estados Unidos.

O Plano Brasil Soberano 3 contemplará, além de empresas afetadas pelo tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos, setores estratégicos da economia e exportadores para o Golfo Pérsico.

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que "o apoio (do governo federal às empresas) é necessário tendo em vista essa interferência injustificável sobre a economia brasileira". Explicou que parte dos recursos usados no Plano Brasil Soberano 3 é de sobra do Brasil Soberano 1 e de renegociação de dívidas rurais.

Segundo Moretti, o Plano Brasil Soberano 2 contou com uma "curva de aprendizagem" da primeira fase do programa, que resultou na alocação quase integral dos recursos disponibilizados: R$ 19,5 bilhões dos R$ 21 bilhões. Segundo ele, o BNDES devolveu recursos ao Tesouro Nacional, dinheiro este que foi disponibilizado para a terceira fase do programa.

(Com Agência Estado)

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