Terça-feira, 31 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Terça-feira, 31 de Março de 2026, 17:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 31 de Março de 2026, 17h:00 - A | A

Bolsas em Nova York saltam com negociações EUA-Irã mas registram queda em março

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

As bolsas em Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, 31, apesar de registrarem queda no mês e no trimestre, em meio às declarações de autoridades dos EUA e do Irã sobre negociações para encerrar o conflito.

O Dow Jones fechou em alta de 2,49%, aos 46.341,51 pontos. Já o S&P 500 avançou 2,91%, aos 6.528,52 pontos, e o Nasdaq subiu 3,83%, aos 21.590,63 pontos.

No mês de março, o Dow caiu 5,38%, o S&P 500 perdeu 5,09% e o Nasdaq recuou 4,75%.

Já no primeiro trimestre, os índices caíram 3,58%, 4,63% e 7,1%, respectivamente.

O setor de tecnologia, um dos mais pressionados com o início do conflito, subiu de forma ampla com os relatos de negociações. O fundo iShares U.S. Technology foi negociado com alta de mais de 4,5%, com destaque para as altas da Nvidia (5,6%) e da Meta (6,7%).

Ações de empresas de alumínio prolongam ganhos da véspera após nova rodada de alta dos contratos do metal e em meio a revisões em alta de estimativas para os preços do insumo diante de danos a duas das maiores produtoras de alumínio do Golfo. A Alcoa subiu 4,9% e a Century Aluminium disparou 10,2%. A Constellium ganhou 6,6%.

A recuperação ocorreu em meio a declarações do presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, de que o país não busca prolongar o conflito e está disposto a encerrá-lo, desde que haja garantias contra novas agressões.

Na noite da segunda-feira, o The Wall Street Journal informou que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse a assessores que estaria disposto a encerrar a campanha militar contra o Irã mesmo que o Estreito de Ormuz permaneça em grande parte fechado - um recuo em relação a uma condição que, inicialmente, vinha sendo colocada por Washington para o fim do conflito. O chefe da Casa Branca reforçou nesta terça que as negociações "caminham bem".

Para Elior Maier, analista da Oanda, o movimento de Trump seria mais um retorno à política "America First", desta vez deixando consequências ainda mais graves para os países aliados dos EUA. "Trump indicou que deixaria a defesa do Estreito de Hormuz a cargo de nações europeias e asiáticas, que têm relutado em agir na região desde o início do mês", afirma.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros