Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,72%, a 10.767,33 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,03%, a 25.440,83 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,83%, a 7.847,32 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,29%, a 49.186,81 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,21%, a 19.030,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,75%, a 9.175,73 pontos. As cotações são preliminares.
Delegações da Arábia Saudita, do Paquistão e da Turquia se reuniram com autoridades do Irã em uma tentativa de evitar a retomada dos confrontos entre Teerã, de um lado, e Israel e os Estados Unidos, de outro, e os esforços diplomáticos exerceram pressão de baixa sobre o petróleo - o que alimentou o apetite por risco. O setor de energia, no entanto, avançou 2,9%.
As ações de empresas europeias que são expostas ao Brasil caíram após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições, no domingo. Em Madri, o Santander tombou 3,16%. O Brasil é o segundo maior mercado do banco espanhol, com 15% do lucro em 2025 e ganho antes de impostos de 3,22 bilhões de euros. A Telefonica fechou em queda de 6,58% e, em Lisboa, a Galp despencou 10,93%.
Entre outros destaques no mercado acionário, em Frankfurt, a Bayer avançou cerca de 3% após obter na China sua primeira aprovação global para medicamento de prevenção de acidente vascular cerebral (AVC).
Na ponta política europeia, as atenções se concentram nos desdobramentos da crise francesa. Hoje, o presidente Emmanuel Macron afirmou que o governo anunciará "medidas concretas" para atender às demandas dos estudantes após semanas de protestos.
(Com Agência Estado)
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