Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,31%, a 10.670,06 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,74%, a 25.554,28 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,94%, a 8.156,67 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,58%, a 51.875,24 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,53%, a 19.691,33 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,38%, a 9.445,17 pontos. As cotações são preliminares.
O ING avaliou que os novos ataques afastam uma retomada das negociações entre Washington e Teerã, elevando temores inflacionários. Já o Deutsche Bank alertou que o choque de energia, somado à seca e às ondas de calor, tende a pressionar a inflação de alimentos nos próximos trimestres. Com isso, o mercado praticamente precifica alta de 25 pontos-base pelo BCE na quinta-feira, para 2,5% na taxa de depósito.
Os bancos estiveram entre os principais focos de pressão, com o setor em queda de 1,77% diante do salto do petróleo e do gás. Santander recuou 1,11%, BNP Paribas perdeu cerca de 1,87% e HSBC recuou perto de 2%, em meio também a receios de maior tributação sobre o setor na Europa.
Em Madri, a Inditex fechou em queda de mais de 3% após a dona da Zara apontar que custos de transporte podem continuar pesando nos resultados, apesar do crescimento das vendas. Em Paris, Capgemini perdeu 4,7%, enquanto LVMH (-3,06%), Legrand (-3,93%) e Airbus (-2,42%) também registraram queda. O setor de luxo (-2,70%) também pesou sobre a bolsa francesa, maior queda entre as principais praças do continente. Na Itália, Leonardo (-3,63%) e UniCredit (-0,86%) também figuravam entre as quedas.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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