Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,67%, a 10.126,78 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,08%, a 24.689,67 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,61%, a 8.062,58 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,07%, a 44.713,46 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,50%, a 17.400,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,14%, a 8.463,77 pontos. As cotações são preliminares.
Investidores reagiram às reiteradas ameaças do presidente dos EUA de impor tarifas a países europeus ligados à disputa em torno da Groenlândia. Para a Challenger, o mercado ainda aposta em uma saída negociada e em um eventual recuo de Washington, o que tem limitado movimentos mais bruscos. O Lombard Odier afirma que as ameaças tarifárias ligadas à ilha dinamarquesa podem elevar o prêmio de risco geopolítico nos mercados europeus, a depender do grau de escalada da disputa comercial EUA-UE. Ainda assim, a instituição ressalta que seu cenário-base não contempla a entrada em vigor dessas tarifas, avaliando que o bloco nesta terça tem mais instrumentos e incentivo político para reagir.
Entre os destaques corporativos, apesar das tensões, ações do setor de defesa recuaram, com investidores interpretando sinais de possível distensão: a alemã Rheinmetall caiu cerca de 0,6% e a italiana Leonardo recuou mais de 0,7%.
Em Paris, papéis do setor de luxo pressionaram o índice, após novas ameaças de tarifas dos EUA sobre vinhos e champanhes franceses, com a LVMH registrando recuo de cerca de 2,2%. Em Londres, a GSK cedeu cerca de 1,6% após anunciar a aquisição da americana RAPT Therapeutics. Na contramão, a ASML limitou perdas em Amsterdã (+1,7%) depois de divulgar resultados trimestrais acima do esperado, sustentados pela demanda na China, ajudando a conter um recuo ainda maior do índice local.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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