Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,16%, a 10.472,45 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,83%, a 25.104,12 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,90%, a 8.326,62 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,09%, a 52.381,92 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,17%, a 19.328,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,43%, a 9.123,98 pontos. As cotações são preliminares.
No noticiário macroeconômico, a ata da reunião de junho do BCE mostrou que os dirigentes continuam vendo riscos inflacionários inclinados para cima, sobretudo diante da possibilidade de novos choques nos preços de energia ligados ao conflito no Oriente Médio. O documento indica que a inflação pode permanecer acima da meta de 2% até o primeiro semestre de 2027. Para o ING, a ata reforça que a alta de juros de junho refletiu a deterioração das perspectivas para a inflação e mantém como cenário-base uma nova elevação de 25 pontos-base em setembro.
Entre as ações, a AstraZeneca caiu 7,32% após informar que o medicamento Wainua não atingiu o objetivo primário em um estudo clínico para uma doença cardíaca rara. Em contrapartida, ações ligadas ao setor de semicondutores sustentaram os ganhos no continente, com destaque para Siltronic (+13,79%), STMicroelectronics (+7,15%), Infineon (+4,51%), ASML (+4,97%) e Soitec (+7,33%), beneficiadas pela recuperação do setor de tecnologia (+2,7%).
Em Madri, Santander (+1,87%), BBVA (+1%) e Inditex (+2,66%) também contribuíram para o desempenho positivo do Ibex 35, em meio à aparente melhora das relações comerciais entre Espanha e EUA.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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