Os dois atualmente estão presos após terem sido condenados como mandantes da morte da vereadora do Rio Marielle Franco, do PSOL. Chiquinho está em prisão domiciliar. A PF cumpriu busca e apreensão na residência dele no Rio de Janeiro, além de ter feito buscas em uma empresa de Domingos Brazão.
A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que foi relator da ação do caso Marielle no STF. Ele determinou bloqueio de bens no valor de R$ 100 milhões.
A PF cumpre 21 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva.
Uma das ONGs sob suspeita é o Instituto Carioca de Atividades, que recebeu ao menos R$ 7 milhões de emendas de Chiquinho quando ele era deputado. A entidade, que é alvo de buscas, também foi destinatária de emendas de outros parlamentares.
"A investigação identificou que parte dos recursos provenientes de emendas parlamentares federais destinados a entidades sem fins lucrativos, que mantinham contratos e parcerias com órgãos da administração pública federal, teria sido desviada mediante pagamentos indevidos, utilização de empresas interpostas e mecanismos destinados a ocultar a origem e o destino dos valores", informou a PF em comunicado à imprensa.
(Com Agência Estado)
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