"A redução na taxa de desocupação reflete uma absorção efetiva da mão de obra disponível pelo mercado", diz. "Embora grande parte do aumento da ocupação tenha vindo da população que estava desocupada, esse movimento não explica a totalidade do saldo de 1,1 milhão de novas ocupações. O restante desse contingente provém da população fora da força de trabalho, que apresentou uma redução de mais de 600 mil pessoas, as quais passaram a integrar a força de trabalho".
A população em idade de trabalhar (14 anos ou mais) cresceu em 319 mil pessoas, totalizando 175,4 milhões. Esse contingente se divide entre pessoas dentro e fora da força de trabalho.
A força de trabalho reuniu 108,9 milhões de pessoas, um aumento de 363 mil em relação ao trimestre anterior. Já a população fora da força de trabalho, apontada como 37,9% do total em idade de trabalhar, permaneceu estável na comparação trimestral.
Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, a população em idade de trabalhar avançou 0,8% (mais 1,3 milhão), a população ocupada aumentou 0,7% (mais 742 mil) e a desocupada recuou 6,3% (menos 392 mil); fora da força de trabalho, houve alta de 1,5%, equivalente a quase 1 milhão de pessoas a mais.
(Com Agência Estado)
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