"É uma vitória contra aqueles que insistem em boicotar o desenvolvimento do País e tratar a Amazônia como um território onde tudo deve ser proibido. Depois de tanta luta para que o Brasil tivesse o direito de conhecer o seu próprio potencial, recebemos essa notícia com alívio. A ciência e a técnica precisam estar acima de discursos ideológicos que condenam o Norte ao atraso", declarou o presidente da federação, Alex Carvalho.
Para a Fiepa, o potencial energético da região deve se traduzir em desenvolvimento para a Amazônia. A instituição defende que o avanço dessa agenda estimule investimentos em infraestrutura e tecnologia, fortaleça fornecedores locais, amplie a qualificação profissional e gere empregos e renda.
"A Amazônia não pode continuar pagando o preço de um falso dilema entre desenvolver e conservar. O Norte tem direito ao desenvolvimento - com responsabilidade, segurança e respeito ao meio ambiente", acrescentou Carvalho.
(Com Agência Estado)
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