Dos R$ 52,66 bilhões, está o montante das quotas anuais da CDE-Uso de 2026, no valor total de R$ 47,793 bilhões. Essa parcela é paga pelos consumidores através da tarifa de energia elétrica, sendo 15,4% superior à CDE-Uso de 2025.
A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) calculou em R$ 55,1 bilhões as despesas brutas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) em 2027, no primeiro ano de vigência do "teto" sancionado pelo governo federal em 2025.
Após a aplicação do limite e ajustes financeiros previstos, a proposta apresentada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para 2027 é de R$ 47,842 bilhões - valor custeado pelos consumidores nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica.
O montante representa crescimento de aproximadamente 0,10%, ou R$ 49 milhões, em relação ao montante de R$ 47,793 bilhões considerados para 2026. Os técnicos falam em "relativa estabilidade". Os valores acima do teto serão pagos pelos beneficiários dos subsídios, aqueles responsáveis pela ultrapassagem do limitador.
(Com Agência Estado)
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