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Economia Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2025, 12:00 - A | A

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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2025, 12h:00 - A | A

Ampliação da faixa de isenção do IR contribuirá com aceleração econômica em 2026, diz ministra

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, disse nesta segunda-feira, 15, que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) vai contribuir com a aceleração da economia brasileira em 2026, junto com o equacionamento das arestas com os EUA e a queda de juros, que, segundo ela, "tende a acontecer o mais breve possível diante de inflação controlada e declinante e da taxa de juros - em especial a americana - em queda".

Segundo Dweck, a mudança no IR ajudará a reduzir desigualdades ao tributar "quem ganhava muito e não pagava nada". A ministra disse ainda que é um absurdo dizer que o Brasil não está reduzindo desigualdades, pois há diferentes medidas complementares neste sentido.

"Já é a segunda vez na história do Brasil que, por um lado, consegue crescer reduzindo desigualdades e que tentam dizer que isso não é verdade", defendeu ela, apontando estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que suportaria a afirmação. "O estudo do Ipea é bom porque usa diversas formas de medir desigualdades. O Brasil tem uma das maiores desigualdades, não tem dúvida disso. Mas dizer que não está tendo redução das desigualdades é um absurdo."

Dweck enfatizou o papel das estatais na economia brasileira que, segundo ela, estão indo muito bem no agregado ao responderem por 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Ela ainda criticou as sugestões de privatização das estatais. "Vimos o que aconteceu em São Paulo. Bairros de classe altíssima ficaram dois dias sem luz. Imagine em bairros de classe média ou baixa perdendo tudo que têm na geladeira", disse.

A Grande São Paulo passou por um longo apagão após uma ventania histórica na semana passada. O serviço de fornecimento de energia elétrica foi privatizado e hoje cabe à Enel.

A ministra admitiu que os Correios passam por uma crise, da mesma forma que empresas em todo o mundo, mas defendeu manter a universalização dos serviços postais. "Estamos trabalhando há um ano para pensar na reestruturação dos Correios", disse, enfatizando que em outros países foi preciso se associar a outros serviços.

De acordo com ela, a sobrevivência do setor de bens de capital no Brasil se deve ao BNDES. "Sem BNDES não haveria no Brasil setor de bens de capital."

Dweck participa do evento "Democracia e Direitos Humanos: Empresas juntas por um Brasil mais igualitário", realizado na sede do banco, na região central do Rio de Janeiro.

(Com Agência Estado)

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