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Economia Terça-feira, 27 de Janeiro de 2026, 17:30 - A | A

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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2026, 17h:30 - A | A

Alckmin: houve percalço no acordo Mercosul-UE, mas governo brasileiro vai acelerar sua parte

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira, 27, que houve um "percalço" na tramitação do acordo entre Mercosul e a União Europeia, mas que o governo brasileiro vai "acelerar" para superar a sua parte das barreiras que impedem que o tratado entre em vigor.

Na semana passada, o Parlamento Europeu solicitou ao Tribunal de Justiça da União Europeia um parecer jurídico sobre a conformidade do acordo Mercosul-UE com os tratados do bloco, paralisando a implementação do pacto.

"Tivemos um percalço, que é questão jurídica, mas o Brasil vai acelerar a sua parte. O presidente Lula encaminhará ao Congresso Nacional o pedido para a internalização do acordo no nosso País", disse Alckmin.

O presidente em exercício disse ainda que o acordo de adequação de dados pessoais entre o Brasil e a União Europeia deve elevar o comércio digital entre o País e o bloco europeu em quase dois dígitos. Alckmin apontou ainda que o acordo entre Mercosul e a UE abre inúmeras oportunidades de negócios bilaterais, como terras raras e minerais estratégicos.

"Somos vocacionados a trabalhar juntos: Brasil, Mercosul e União Europeia. Este acordo que hoje celebramos vem ao encontro desse acordo histórico que é o do Mercosul e a União Europeia. Fortalece, agiliza e complementa. As oportunidades são inúmeras: terras raras, minerais estratégicos Nós temos inúmeras oportunidades de termos investimentos, complementaridade econômica e integração produtiva", disse o presidente em exercício.

Nesta terça, Alckmin fez o reconhecimento da reciprocidade entre Brasil e União Europeia da equivalência dos padrões elevados de dados de sistemas de proteção de dados pessoais e da privacidade.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), a decisão funciona como um marco jurídico de confiança para a garantia da transferência internacional de dados pessoais entre o Brasil e a UE.

(Com Agência Estado)

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