Nessa linha, sustenta que o acordo pode "chegar tarde, mas chega em momento mais oportuno". Segundo Costa, há intenção de "criar esferas de prosperidade compartilhada". "Não pretendemos nem dominar nem impor, mas reforçar vínculos entre cidadãos e empresas para criar riquezas de forma sustentável. Não queremos gerar dependência, queremos gerar redes de comércio, regras e confiança. Enquanto alguns levantam barreiras e outros violam normas de competitividade leal, fazemos pontes e pactuamos normas", disse.
Na visão do presidente do Conselho Europeu, o acordo vai ajudar a "caminhar" em um "entorno geopolítico cada vez mais turbulento" sem renunciar a valores. "Juntos somos mais fortes para enfrentar desafios", ponderou.
(Com Agência Estado)
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