A avaliação negativa da economia permaneceu no mesmo porcentual da rodada anterior, publicada em 28 de setembro. Outros 31% consideram a situação regular, ante 30%, e 17% a classificam como ótima ou boa, mesmo porcentual anterior. Os que não sabem ou não responderam são 2%.
A expectativa de melhora da economia passou de 46% para 54%. A parcela que espera piora recuou de 15% para 12%. Outros 17% acreditam que a situação ficará igual, ante 20%, e 16% não sabem ou não responderam, contra 19%.
Sobre as próprias finanças, 34% avaliam a situação atual como ótima ou boa, 45% como regular e 20% como ruim ou péssima. Para os próximos seis meses, 51% esperam melhora, mesmo porcentual anterior; 29% acreditam que ficará igual, 7% preveem piora e 13% não sabem ou não responderam.
A Nexus entrevistou 2.002 eleitores por telefone, entre 10 e 12 de outubro, a pedido do banco BTG Pactual. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07997/2026.
(Com Agência Estado)
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