A 143 dias do início da Copa do Mundo, o secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jérôme Valcke, disse em Cuiabá que monitora de perto as obras da Arena Pantanal para que o prazo de término da construção, já algumas vezes adiado, seja desta vez cumprido pelo Governo do Estado, ao final de fevereiro.
Valcke realizou na tarde desta segunda-feira (20) a terceira e última vistoria na Arena Pantanal. Antes da coletiva de imprensa, marcada para às 16h40, as autoridades participaram de uma reunião a portas fechadas. Em seguida, discorreram sobre o estádio, a situação da cidade neste período pré-copa e os investimentos públicos que o Mundial trouxe para Cuiabá.
"Continuaremos a monitorar os prazos para que sejam cumpridos em todas as cidades. Assim será em Cuiabá", pontuou Valcke. Ao ser indagado sobre a divergência entre o pronunciamento desta segunda, de que não existem motivos para preocupação, ao contrário do que tem declarado representantes da Fifa antes da visita, sobre o atraso da obra, o secretário-geral garantiu que prefere se abster de críticas para evitar o que classificou de "polêmicas" e "descontentamentos" da população.
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Participaram da visita o governador Silval Barbosa (PMDB), o prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB), representantes do Comitê Organizador Local (COL), o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marín, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), além dos ex-jogadores Bebeto e Cafu e o Secretário da Secopa, Maurício Guimarães. Apesar das polêmicas envolvendo os preparativos para os jogos, os dirigentes rasgaram elogios ao estádio alegando que será entregue dentro do atual cronograma.
Nessa linha se pronunciou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Ele assegurou que ver o estádio tomar forma já é uma realidade. "A gente chega aqui e do aeroporto já pode ver que a cidade toda está em obras. O governador e o prefeito souberam maximizar este evento", afirmou.
O prefeito Mauro Mendes, por sua vez, garantiu que a Capital tem aproveitado o legado que o Mundial irá trazer para Cuiabá. "Como prefeito dessa cidade quero reafirmar o meu compromisso de hora a hora, minuto a minuto, me dedicar para preparar a cidade. Tenho certeza de que não vai faltar empenho para fazermos bonito", disse.
'IMPASSE' DA JUSTIÇA
Um pequeno deslize do ex-jogador Cafú causou constrangimento aos que estavam presentes. Ao confundir Cuiabá com Curitiba, ele rapidamente corrigiu a fala, alegando que a segunda cidade citada seria a próxima visitada.
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Um fato curioso é que as Arenas de Cuiabá e Curitiba são as que mais preocupam a Federação Internacional de Futebol, conforme o último pronunciamento da mesma, feito em dezembro passado. De acordo com a Fifa, são os estádios mais atrasados entre os 12 escolhidos para sediar os jogos do Mundial.
Posteriormente, Cafú discorreu sobre a importância do cadastro de voluntários para trabalhar durante os eventos. Segundo ele, Cuiabá está tendo pouca procura de voluntários. "É muito importante, Cuiabá não pode ficar atrás das outras cidades", disse.
A vistoria foi a primeira após o escândalo envolvendo a Arena, quando um sobrepreço das cadeiras foi denunciado. Ao falar sobre a importância da qualidade do gramado e que será instalado a tempo, o governador Silval Barbosa garantiu que o impasse dos assentos só ocorreu porque houve interferência da Justiça. "Se não fosse uma demanda judicial, as cadeiras já estariam todas colocadas", assegurou.
O imbróglio se encerrou em uma audiência de conciliação entre a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) e a Kango do Brasil, empresa que venceu a licitação inicial e, por fim, aceitou diminuir o valor que receberá pelos assentos.










Carlos Nunes 22/01/2014
E ainda reclamavam do FMI, que pelo menos emprestava dinheiro e só queria recebê-lo de volta. Com a FIFA foi pior - veio pró Brasil; mudou até as nossas leis (a favor deles é claro); fez a turma trabalhar com dinheiro 100% público; disse prá onde devia ir os bilhões de reais de investimentos (tudo tinha que ser apresentado, aprovado, vistoriado pela FIFA, senão...); agora está fiscalizando para ver se essa turma fez o dever certinho (e ainda ameaçaram: se não cumprirem o cronograma vão levar pontapé na b...). Ora, Copa 2014 é só um circo passageiro muito caro. O que não é circo passageiro é a Educação, a Saúde, a Segurança, etc.; e prá essas áreas até constitucionais, a turma diz sempre que NÃO TEM DINHEIRO. Agora, só para um mês de Copa, 4 Jogos em Cuiabá, apareceu dinheiro de tudo quanto é lado - a maioria emprestada do BNDES, da Caixa, para nós pagarmos depois, pois os políticos que fizeram a dívida passam, mas a conta para pagar esses bancos não perdoam. Depois do circo passageiro Copa, vem as eleições, a grande oportunidade de mudar o Brasil, Mato Grosso para melhor (sempre há a esperança); e um bando de políticos pensam que vão ganhar votos e mais votos por causa das Obras da Copa. Será? Nós, os eleitores, só devemos ter uma coisa na cabeça: Eleição é igual Departamento de Pessoal, podemos Demitir e Contratar pessoas para nos representar, elas são só os nossos funcionários. Resta saber: Quem Demitir (em quem não votar) e Quem Contratar (em quem votar). Temos que peneirar bem a lista dos candidatos a presidente, governador, senador, deputados federal e estadual, para ver se a gente encontra algumas pepitas de ouro da ética, da honestidade, da competência. Bem, geralmente essas pepitas serão aqueles candidatos mais pobres, sem dinheiro prá campanha, mas que tem boas propostas, e podemos selecioná-los independente de partidos, ou seja, poderão ser encontrados em qualquer um deles.
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