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Cidades Terça-feira, 01 de Janeiro de 2019, 10:21 - A | A

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Terça-feira, 01 de Janeiro de 2019, 10h:21 - A | A

PROJETO APROVADO

SUS realiza cirurgia de reconstrução de mama em pacientes com câncer

WILLIAN BELTER

Cerca de 20 mulheres passaram por cirurgia reconstrutora das mamas em mutirão realizado pelo Hospital do Câncer de Cuiabá, no ano de 2017.  A exemplo do trabalho realizado em Cuiabá, o presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 19 de dezembro, a lei que dispõe sobre a cirurgia plástica reconstrutiva da mama em mulheres com casos de mutilação, decorrente de tratamento de câncer, o projeto foi apresentado no ano de 2016 pelo deputado Carlos Bezerra (MDB-MT).

 

REPRODUÇÃO

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O câncer de mama é o segundo tipo de tumor mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é que sejam diagnosticados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil, em 2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres.

 

O projeto (4409/16) foi aprovado no plenário da Câmara no início de de dezembro, depois de receber alterações no Senado.

 

“Chegamos ao final de 2018 com essa grande conquista para a mulher brasileira. Agora, todas terão direito ao tratamento completo, de cirurgia e plástica. Sem dúvida, uma grande conquista!”, comemorou Bezerra.

 

A medida altera as leis 9.656/98 e 9.797/99, que assegura o direito à reconstrução das duas mamas, para garantir a simetria, bem como a reconstrução das auréolas mamárias.

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, apenas 20% das mulheres com câncer de mama são submetidas a cirurgia reparadora, mesmo sendo recomendado pelo sistema de saúde.

 

Diante disso, Bezerra ressalta que a nova lei “faz justiça e valoriza a mulher”, principalmente aquelas que não dispõem de condições financeiras para realizarem a cirurgia plástica, o que, para ele, resulta em um grave problema social, de autoestima.

 

“O projeto é muito bacana, mas vai influenciar mesmo em outras regiões do país onde não tinha esse trabalho ou uma instituição que encabeçasse alguma coisa desse tipo”, comentou a direção do Hospital do Câncer.

 

Conforme a assessoria de imprensa do hospital, o médico mastologista, Luiz Fernando, encabeçou o projeto e, por meio de parcerias, com a iniciativa privada conseguiu realizar cirurgias reparadoras.

 

“A gente busca doações, compra as próteses quando o SUS não cobre, e faz a cirurgia reparadora nas mulheres. Muitas vezes no mesmo momento da cirurgia para a retirada do câncer, a gente já faz a reconstrução plástica, aqui em Cuiabá, por conta desse trabalho realizado há tempos, a expectativa que a fila esteja bem pequena”, finalizou o médico.

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