Uma pesquisa publicada na Revista de Ciências Agroveterinárias constatou falhas graves no controle de temperatura em frigoríficos e outros problemas que levaram à contaminação microbiana do produto. Entre os patógenos estão a Salmonella e a Listeria.
O trabalho descobriu que diversos frigoríficos comercializam o produto acima do limite de temperatura permitido pela legislação brasileira, 7ºC. Foram encontrados lugares vendendo carnes armazenadas em 25,5º. O perigo reside na proliferação de bactérias como a Salmonella e a Listeria, que causam dor abdominal, diarreia, febre, alterações no sistema nervoso central, abortos, septicemia e podem levar ao óbito em casos graves.
“A quebra dessa temperatura favorece o crescimento de microrganismos, altera as características sensoriais da carne e aumenta significativamente o risco de doenças gastrointestinais”, explicou a professora Karina da Silva Chaves.
Para garantir a segurança no consumo, além de manutenção de temperatura na cadeia produtiva, é necessário que o consumidor observe as condições de limpeza e procedência da carne. As cientistas apontam que é urgente a melhoria de condições sanitárias da carne bovina brasileira. O estudo abrangeu as regiões Sudeste, Centro-oeste e Sul.
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









