A Polícia Militar de Mato Grosso registrou um aumento de 78% na apreensão de armas de fogo no primeiro trimestre de 2026, em comparação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e o início de abril, as forças de segurança retiraram de circulação 565 armas, superando significativamente as 316 unidades apreendidas em 2025. O balanço, divulgado pela Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística (Spoe-PMMT), abrange os 141 municípios do estado sob jurisdição dos 15 Comandos Regionais.
O levantamento detalha que o arsenal recolhido é composto por uma diversidade de calibres e modelos, com destaque para 198 espingardas, 179 revólveres e 134 pistolas. Além das armas convencionais, a PM apreendeu cinco fuzis de alto poder de destruição, 34 armas de fabricação artesanal e 48 simulacros. Essa produtividade é resultado da intensificação das abordagens e do patrulhamento tático em áreas consideradas críticas, onde a circulação de armamento ilícito é maior.
De acordo com o comandante-geral da PMMT, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, o crescimento desses índices é um reflexo direto do combate ostensivo às organizações criminosas. O coronel afirma que a maioria do armamento apreendido pertence a facções que utilizam esses instrumentos para execuções e disputas territoriais. Além do crime organizado, as apreensões também ocorreram em contextos de violência doméstica e ameaças, onde a intervenção policial evitou possíveis feminicídios e outros crimes letais.
A estratégia da instituição para o restante do ano foca na manutenção do suporte logístico aos policiais e na política de "tolerância zero" contra o crime. O comando-geral reforça que a retirada dessas armas das ruas impacta diretamente na redução dos índices de homicídios e roubos em Mato Grosso.
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