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Polícia Domingo, 19 de Abril de 2026, 08:52 - A | A

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Domingo, 19 de Abril de 2026, 08h:52 - A | A

ACUSADA DE TRAIÇÃO

Mulher é trancada e torturada em casa noturna em “salve” de facção 

Funcionária do local denunciou a mulher e tortura teria sido salve por traição

ANNA GIULLIA MAGRO
DA REDAÇÃO

Uma mulher de 24 anos foi resgatada pela Polícia Militar na madrugada deste domingo (19), no Distrito de Conselvan, em Aripuanã, após ser mantida em cárcere privado e submetida a uma sessão de tortura por membros de uma facção criminosa. A vítima foi encontrada amarrada em um quarto de uma casa noturna, com sinais de violência física e uma das unhas arrancada. O crime, conhecido como "salve", teria sido motivado por um desentendimento em um estabelecimento local.

Em depoimento, a vítima relatou que a confusão começou após o companheiro de uma conhecida comparecer ao local sem o consentimento da esposa. Durante a discussão, uma funcionária do estabelecimento teria acionado o "disciplina" de uma organização criminosa para intervir. O agressor chegou acompanhado de outros indivíduos (estimados entre cinco e sete pessoas) e passou a agredir a mulher e seu acompanhante, antes de trancá-los no quarto sob constantes ameaças de morte e subtrair o telefone celular da vítima.

A intervenção policial ocorreu após o irmão da vítima acionar a guarnição, denunciando que ela estaria sendo mantida sob poder de criminosos no estabelecimento "Dolce Vita". Ao chegarem ao local, os militares avistaram um suspeito fugindo pelos fundos, mas conseguiram adentrar o imóvel e localizar a mulher sentada em uma cama, com os punhos amarrados. Além das marcas de amarração, a equipe constatou lesões graves que indicavam que a vítima teve uma unha extraída como forma de castigo 

A Polícia Militar realizou rondas intensivas em toda a região do distrito, mas os suspeitos conseguiram escapar ao perceberem a aproximação da viatura. O caso foi registrado como tortura e ameaça, evidenciando a violência empregada pelo grupo para aplicar "disciplina" paralela. As investigações agora seguem sob responsabilidade da Polícia Civil, que trabalha para identificar os envolvidos e a funcionária que teria solicitado a presença dos criminosos no local.

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