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"TRÂNSITOS DIFÍCEIS"

HNT TV: Mapa astral indica que saúde pode afastar Jayme Campos das eleições

A astróloga Maria Eunice aponta a influência de Urano como alerta para o senador do União Brasil em 2026

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A astróloga Maria Eunice disse ao HNT TV Entrevista que a configuração do mapa astral do senador Jayme Campos (União Brasil) aponta que problemas de saúde podem fazê-lo repensar a pré-candidatura ao governo, o deixando de fora das eleições 2026. O senador de 74 anos nasceu em 13 de setembro de 1951, o que coloca a casa do Sol em no signo de Virgem e a Lua em Aquário. Neste ano, ele recebe a interferência de Urano, movimentação classificada por Maria Eunice como de "trânsitos difíceis", o deixando aberto a "surpresas" que podem afetar a saúde.

"O Jayme Campos tem trânsitos que não estão favorecendo muito as questões de saúde no mapa dele", afirmou Maria Eunice. "É algo que pode afetar as escolhas e as decisões dele", completou a astróloga.

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O Jayme Campos tem trânsitos que não estão favorecendo muito as questões de saúde

Conforme Maria Eunice, essas questões na saúde estariam ocorrendo desde 2025. A evolução desse quadro podem pesar na balança ao decidir o seu futuro político e a participação em mais uma campanha eleitoral.

"Eu acho que as chances dele de crescimento, das ambições dele, podem estar submetidas a essas outras questões", pontuou a especialista.

Politicamente, a situação de Jayme Campos também é conflituosa. O senador enfrenta o próprio partido para se viabilizar à majoritária. Ele foi preterido pelo governador Mauro Mendes, presidente estadual do União Brasil, que afiançou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), sendo fiel a compromisso pessoal feito nas eleições de 2022 quando foram reeleitos ao segundo mandato.

O cenário dá a Jayme as opções de recuo do projeto ao governo, pleito à reeleição ao Senado, desfiliação do UB para disputar o Executivo ou, em último caso, retirar o nome das eleições. O senador tem sido firme quanto ao recuo, reiterando que não está disposto a abrir mão e que, não sendo chancelado pelo UB, pode deixar a legenda junto do irmão, vice-presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil). 

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