O governo do Estado, por meio da Secretaria da Casa Civil, informou na manhã desta sexta-feira (24) a morte do servidor João Benedito Batista, 65 anos, vítima da Covid-19. Batista, como era conhecido, não resistiu à doença e faleceu nesta madrugada.
Ele trabalhou no governo em dois períodos como motorista. Primeiramente, entre 1985 a 1994. Ele retornou à Secom em 2010, onde permaneceu até a presente data.
O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, lamentou o falecimento de Batista e prestou condolências à família. "Ele será lembrado por todos pelo ótimo humor que sempre teve e que levantava o astral de todos os servidores. Além disso, Batista era um dos servidores mais dedicados ao trabalho e fará uma grande falta aos amigos que construiu na Secretaria Adjunta de Comunicação", disse.
Amigos prestaram homenagens
A reportagem conversou com alguns ex-secretários de Comunicação que trabalharam ao lado de Batista. O servidor será lembrado por sua humildade e lealdade. O diretor de jornalismo do site HNT/Hipernotícias Kleber Lima destacou que Batista tinha um olhar carinhoso com todos que estavam com ele e relembrou alguns momentos em que trabalharam juntos no governo.
"O Batista era meu amigo. Trabalhamos juntos pela primeira vez em 1995, no governo Dante de Oliveira. Ele, motorista da redação, e eu repórter de rádio. Depois trabalhamos novamente em 2003, quando eu era adjunto e ele já atendia o secretário Geraldo Gonçalves, no governo Maggi. E por último, quando eu fui secretário do Governo Pedro Taques, entre 2016 e 2018, quando ele me atendia. Batista era uma pessoa boa, que falava baixo e tinha um olhar amoroso para todos. Ele ficará guardado na minha memória com boas lembranças".
O jornalista e comentarista político, Onofre Ribeiro, também prestou homenagem a Batista. Ele disse que o servidor era uma pessoa muito leal e de uma humildade infinita. “Tivemos uma aproximação muito grande e viajamos muito juntos. Ele sempre muito leal, simples e humilde. Tinha uma paixão enorme pela família e sempre me contava sobre seus filhos. Foi uma perda muito grande para mim, que deixa meu coração ferido, foi um grande irmão”, relatou à reportagem.
Para Mauro Camargo, Batista sempre foi um servidor exemplar, dedicado e leal. “Um homem decente, com muita dignidade apesar da vida sofrida que teve, sobretudo na infância. Um grande amigo que perco, um pai amoroso e comprometido com a família dele e com os amigos e colegas de trabalho. Uma lástima que pessoas boas estejam partindo por conta desse vírus”, apontou.
Já Osmar Carvalho relembra que Batista era uma voz diferenciada das demais. “Ele era um profissional fantástico, leal, amigo companheiro e eficiente, que tinha um respeito muito grande pelas pessoas, muito amoroso com a família. Sempre discutíamos de forma agradável sobre futebol. Um flamenguista apaixonado. Estou muito triste com a morte do batista, irmão, amigo companheiro. A certeza que eu tenho é que ele está ao lado de Deus”.
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