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Cidades Quarta-feira, 22 de Julho de 2026, 10:50 - A | A

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Quarta-feira, 22 de Julho de 2026, 10h:50 - A | A

FALHA ELÉTRICA

Incêndio em depósito de VG causou prejuízo de R$14, 9 milhões, estima Secretaria

Segundo a Politec, o incêndio não teve origem criminosa e começou na câmara fria de alimentos

MARYELLE CAMPOS
Da redação

Reprodução/Secom VG

Várzea Grande

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel), estimou que o incêndio que atingiu o Centro de Distribuição de Merenda Escolar e almoxarifado da Prefeitura de Várzea Grande no dia 17 de de junho deste ano, causou um prejuízo de R$14,9 milhões. As chamas destruiram materiais e equipamentos que seriam destinados a escolas e creches novas, o que levou a Prefeitura a decretar estado de calamidade por 180 dias. 

LEIA MAIS: VÍDEOS: Incêndio de grandes proporções destrói depósito da Secretaria de Educação em VG

De acordo com a Smecel, o maior prejuízo foi na perda do Sistema de Ensino, composto por materiais didáticos destinados aos estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental da Rede Municipal. Todos os materiais do depósito foram perdidos, incluindo alimentos, livros, brinquedos, cadeiras, freezers, geladeiras, colchonetes e condicionadores de ar. 

"Mesmo diante desse cenário, a Smecel segue trabalhando para reorganizar os serviços e minimizar os impactos causados pelo incêndio, buscando alternativas para recompor, de forma gradativa e conforme a disponibilidade orçamentária, os materiais e equipamentos perdidos, assegurando a continuidade do atendimento às unidades escolares", afirmou a Secretaria em nota. 

Um laudo elaborado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) descartou a hipótese de incêndio criminoso e apontou que as chamas iniciaram na fiação da parte superior da câmara fria de alimentos congelados por meio de  "fenômeno termoelétrico". 

LEIA MAIS: Politec descarta incêndio criminoso e aponta falha como causa de fogo em depósito de VG

Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico. Dentre as possibilidades que podem relacionados ao incêndio, a perícia aponta para sobrecarga elétrica, curto-circuito ou descarga elétrica contínua.

"Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão", apontou o perito.

Apesar do laudo ter apontado para o fenômeno termoelétrico, a Politec não conseguiu determinar o que extamente provocou o fenômeno. 

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