O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) identificou dois casos de raiva bovina, em propriedades rurais em Tangará da Serra (239 km a médio norte). O principal transmissor da raiva é o morcego hematófago (vampiro). Ele transmite o vírus pela saliva quando se alimenta do sangue dos animais. É uma zoonose, portanto, pode acometer o homem.
Um dos casos foi identificado em uma propriedade rural perto de Tangará da Serra. O outro, em Santo Afonso (280 km de Cuiabá), próximo do assentamento Ariranha.
A orientação do Indea é para que os criadores não toquem em animais com a suspeita da doença para evitar a contaminação.
O órgão pede também que os proprietários rurais localizados em um raio de 10 km dessas propriedade procurem o Indea para receber informações sobre o procedimento a ser tomado, como, por exemplo, a vacinação do rebanho.
É importante que o produtor observe diariamente, pela manhã, se os animais apresentam marca da mordida do morcego. Caso tenham sinais da mordida, informar ao Indea e solicitar o controle dos morcegos. O atendimento é gratuito. A captura do Desmodus rotundus (morcego) é extremamente importante para o controle da raiva, pois evita a transmissão do vírus rábico em outras colônias de morcegos e o aparecimento da doença em novas regiões.
A raiva no gado é uma doença causada por um vírus da família Rhabdoviridae, gênero Lyssavirus, sempre fatal.
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