A matéria chegou a constar na pauta do plenário do Senado na quinta-feira, 15, mas foi retirada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), após uma divergência na base governista sobre a votação de uma emenda do líder do PT, Camilo Santana (CE), que propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos nos casos de crimes hediondos.
Na quinta-feira, 15, durante sabatina na TV Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu pela primeira vez a medida, mas afirmou que ela deve ser tratada em outra PEC.
"Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não discutindo nessa PEC, porque ela não é para isso. Eu acho que a sociedade brasileira inteira é favorável à punição de qualquer crime hediondo", declarou Lula, que disse ter essa opinião "como cidadão brasileiro".
(Com Agência Estado)
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