Sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2026, 10:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2026, 10h:00 - A | A

Turista argentina Agostina Páez tem prisão decretada por injúria racial no Rio

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A turista e advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, teve a prisão decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e se tornou ré por injúria racial. Ela foi denunciada por cometer gestos racistas contra funcionários de um bar em Ipanema, zona sul da capital fluminense no dia 14 de janeiro.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio (MP-RJ), Agostina "estava com duas amigas em um bar na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, quando discordou dos valores da conta e chamou um funcionário do estabelecimento de negro, de forma ofensiva, com o propósito de discriminá-lo e inferiorizá-lo em razão de sua raça e cor".

Em um vídeo publicado no Instagram, Agostina diz que recebeu a notificação da ordem de prisão preventiva por perigo de fuga e que tem medo de que o vídeo possa prejudicá-la e os seus direitos violados. Ela se diz "morta de medo" e "desesperada".

"Neste momento, recebi a notificação de que há uma ordem de prisão preventiva para mim por perigo de fuga, sendo que tenho uma tornozeleira eletrônica e estou à disposição da Justiça desde o primeiro dia", afirmou.

Durante as investigações, a Justiça do Rio determinou a apreensão do passaporte da turista e a necessidade de uso de tornozeleira eletrônica.

A Promotoria do MP-RJ pediu que a medida fosse convertida em prisão preventiva por "desprezo pelas normas legais e sociais, bem como baixa aderência a comandos de contenção".

"Embora tenham sido impostas medidas cautelares diversas da prisão, inclusive o monitoramento eletrônico, tais providências não se mostram suficientes para neutralizar o perigo processual existente", diz o MP-RJ.

A argentina foi filmada imitando gestos de macaco para um atendente do Barzin Ipanema, na Rua Vinícius de Moraes. Ao deixar o estabelecimento, a turista voltou a fazer gestos considerados racistas contra três funcionários do bar, segundo a denúncia.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros