Toffoli é o relator do caso e, nos últimos dias, tomou decisões polêmicas. Em uma deles, determinou que bens apreendidos em uma operação para instruir as investigações fossem levados à sede do STF. Em seguida, autorizou que os investigadores realizassem perícia no material.
Depois, o ministro determinou que a Polícia Federal alterasse o cronograma de interrogatórios dos investigados para concentrar as diligências em apenas dois dias, em uma sala de audiências do STF.
Os depoimentos ocorreriam ao longo da última semana de janeiro e primeira de fevereiro. Estavam previstas novas oitivas do dono do Master, Daniel Vorcaro, do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa e de outros investigados.
A nova decisão do ministro interfere mais uma vez na condução da investigação pela PF. Em dezembro, Toffoli determinou que o depoimento de investigados também ocorresse na sede do Supremo. Ele não participou da sessão, mas enviou à delegada responsável pelos interrogatórios uma lista com perguntas sugeridas.
(Com Agência Estado)
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