"Infelizmente, é possível enxergar no caso concreto tristes reminiscências dos métodos e expedientes lavajatistas que este Tribunal tem tido grande trabalho em coibir", disse Gilmar.
Ao longo do voto, ele citou reportagens da imprensa que tiveram acesso a dados sigilosos do celular de Vorcaro "que não foram franqueados nem mesmo a este Colegiado".
"No julgamento de casos midiáticos ou rumorosos em geral, infelizmente não é incomum que a análise técnico-jurídica ceda às pressões estabelecidas pela mídia e pela opinião pública", afirmou.
(Com Agência Estado)
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