Sexta-feira, 12 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Sexta-feira, 12 de Junho de 2026, 20:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sexta-feira, 12 de Junho de 2026, 20h:30 - A | A

SP descarta segundo caso suspeito de ebola; paciente, que é brasileira, segue internada

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES) descartou nesta sexta-feira, 12, o segundo caso suspeito de ebola registrado no Estado neste ano. A confirmação veio após análises laboratoriais realizadas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).

A paciente é brasileira, tem 31 anos e afirmou ter viajado a trabalho para a província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. Ela retornou ao Brasil no último sábado, 6, e começou a apresentar sintomas como diarreia e febre na terça-feira, 9.

A mulher procurou atendimento em um hospital particular da capital e, posteriormente, foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença. Ela permanece internada no IIER, com evolução clínica favorável e em tratamento para gastroenterocolite aguda, informou a secretaria.

A SES diz que iniciou a investigação, por meio da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) e do Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP), porque a paciente preencheu os critérios de definição de caso suspeito, devido ao histórico de viagem a país com áreas de transmissão da doença e sintomas apresentados.

No início do mês, São Paulo descartou o primeiro caso suspeito de ebola deste ano. O paciente era um congolês de 37 anos. As análises realizadas pelo IAL detectaram Neisseria meningitidis, bactéria causadora da meningite meningocócica.

A pasta disse que intensificou as ações de vigilância epidemiológica após o registro do primeiro caso suspeito, incluindo um treinamento online para profissionais de saúde e atualização da Nota Informativa Conjunta sobre o vírus.

"A atualização do documento reitera que o risco de introdução da doença no Brasil e na América do Sul permanece classificado como muito baixo", afirmou a pasta.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros