"Agora é mais um elemento numa guerra institucional que está acontecendo. Vamos ver como o outro lado reage", disse, ao elogiar a decisão de Mendonça.
Economia
Durante a sabatina, Santos detalhou propostas de seu plano de governo com foco em um ajuste fiscal, que incluem o fim da desindexação de benefícios sociais, mudanças na aposentadoria do alto funcionalismo e um corte generalizado de despesas em setores considerados improdutivos. "O problema é a indexação do BPC e da aposentadoria ao salário mínimo. Essa indexação automática faz com que esses ganhos de produtividade de quem tá na atividade produtiva sejam revertidos em custo para quem não está na atividade produtiva. Nenhum país no mundo sério, nenhum país que tá na OCDE faz isso", disse, defendendo o reajuste de benefícios de acordo com a inflação, para um maior controle das contas públicas.
Sobre corte de benefícios, uma pauta defendida por Santos, o candidato afirmou que não vai cortar de setores específicos: "Eu vou fazer um corte flex em praticamente todos os setores que são ineficientes", disse.
(Com Agência Estado)
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