Ao ser questionado sobre o comprometimento do seu governo com a redução da dívida pública, o candidato respondeu que "as medidas que nós vamos adotar, no mínimo, vão deixar ela (dívida pública) estável", disse. Como exemplo, ele citou que isso seria feito com corte de gastos e aumento do PIB. Além disso, ele mencionou que vai "desindexar desvinculações do piso da educação e da saúde, até porque hoje eles estão irracionais e estão quebrando pequenos municípios", afirmou.
Em seguida, ele afirmou que será necessário fazer outra reforma da Previdência. "Todas essas medidas vão evitar a aceleração e o resto é o corte de gasto que nós vamos fazer. Só que a beleza dos cortes de gastos é que eles estarão vinculados ao investimento em infraestrutura, que é uma coisa que o Brasil está precisando para poder voltar a crescer", disse.
(Com Agência Estado)
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