Gilmar disse que não considera que o Tribunal é imune ao escrutínio da mídia, mas pediu uma apreciação "justa" dos fatos: "É que, por tudo que foi feito, nos entendemos merecedores, não da suspeição leviana, mas, ao menos, de uma justa e abrangente apreciação dos fatos".
O ministro ainda fez críticas a setores da imprensa, que acusou de "dar de ombros para as evidências" e focar em uma narrativa de deslegitimação da Corte
"É, aliás, no mínimo irônico que os mesmos que antes incensavam a força-tarefa (Lava Jato) passem agora a acusar a Corte de seguir uma cartilha lavajatista nos inquéritos abertos em defesa da democracia", disparou
Gilmar defendeu que o Tribunal, ao longo de sua história, "tem se provado digno de merecer a confiança dos brasileiros".
"A impessoalidade e independência que caracterizam nossa atuação não se dobram a pressões e interesses de qualquer natureza, servindo como a fortaleza necessária para a guarda de uma Constituição sobre a qual nosso povo deposita tantas expectativa", destacou.
(Com Agência Estado)
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