Quarta-feira, 01 de Abril de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Quarta-feira, 01 de Abril de 2026, 10:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 01 de Abril de 2026, 10h:00 - A | A

Nasa lança hoje missão à Lua após 54 anos: qual a importância científica? Acompanhe análise

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Cinquenta e quatro anos depois do último pouso na Lua, os Estados Unidos ainda planejam repetir o passo que garantiu uma vitória política e militar sem precedentes na corrida espacial. Os planos agora são ainda mais ambiciosos do que os do passado: pousar no satélite terrestre até 2028 e, de lá, lançar-se para a conquista de outros mundos, a começar por Marte.

O lançamento da missão Artemis II, da Nasa, está marcado para esta quarta-feira, 1, com previsão de decolagem às 19h24 (pelo horário de Brasília), do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida (EUA).

A missão histórica, de dez dias, levará quatro astronautas a um sobrevoo ao redor da Lua. A tripulação é composta pelos astronautas americanos Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e pelo canadense Jeremy Hansen.

Será a primeira vez que uma mulher, um homem negro e um cidadão não americano vão participar de uma missão à Lua. O objetivo é testar os sistemas para um futuro pouso no satélite.

Em entrevista à Rádio Eldorado direto do complexo da Nasa na Flórida, Pedro Pallotta, especialista em Astronáutica do Canal Space Orbit, destacou a importância dos objetivos científicos da missão, com custo de cerca de US$ 4 bilhões (R$ 20 bilhões). "Apenas estando lá, a gente vai poder entender a maioria dos detalhes do solo, da água, de como foi formada a nossa Lua e como a gente pode desenvolver tecnologia para viver no espaço. A corrida espacial durante a Guerra Fria foi fundamental, apesar de todas as tensões geopolíticas, para o desenvolvimento de tecnologias que nós utilizamos hoje a todo momento, como até o GPS, entre outras coisas. Então, toda vez que há disputa para chegar em algum lugar novo, principalmente no universo, que é a fronteira final, a gente vai ter a tecnologia avançando muito rápido e trazendo melhorias para as pessoas no nosso planeta", afirmou.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros