"Conversei há pouco com meu colega Caiado e o cumprimentei pela escolha do PSD", escreveu Leite no X. O governador gaúcho reconheceu diferenças entre os dois, mas citou convergências e disse ter "muito respeito" pela trajetória pública de Caiado.
Na segunda-feira, 30, Leite havia dito em vídeo que ainda não havia falado com Caiado após o anúncio. Na publicação, o governador classificou a decisão do PSD como algo que "desencanta" e que "tende a manter esse ambiente de polarização radicalizada que tanto limita o nosso país" - sem citar o colega pelo nome.
O PSD anunciou oficialmente a pré-candidatura de Caiado na tarde de segunda-feira, na sede da legenda em São Paulo. A definição ganhou força após a desistência de Ratinho Júnior (PSD), que era considerado o favorito internamente até a semana passada. Caiado deixou o governo nesta terça.
Com a escolha confirmada, Leite e Ratinho Júnior ficam fora das eleições de 2026. A legislação eleitoral brasileira exige que governadores renunciem ao cargo até seis meses antes do pleito para concorrer a outro posto. Os dois anunciaram que cumprirão o mandato de governador até o fim.
É a terceira vez que Leite vê uma candidatura presidencial inviabilizada. Em 2022, perdeu as prévias do PSDB para João Doria. Após migrar para o PSD, foi novamente preterido.
O governador do Rio Grande do Sul havia dito que só deixaria o cargo "para concorrer à Presidência". Com a candidatura descartada, afirmou que vai concentrar esforços na eleição do vice-governador Gabriel Souza (MDB) como seu sucessor no Estado.
(Com Agência Estado)
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