O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para participar do chamado conselho de paz voltado à reconstrução e governança da Faixa de Gaza. O governo brasileiro informou que Lula ainda não decidiu se aceitará ou não o convite, e a definição deve ocorrer na próxima semana.
O colegiado, anunciado por Trump, será presidido pelo próprio mandatário norte-americano e contará com nomes como o secretário de Estado Marco Rubio, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, além do empresário bilionário Marc Rowan e de Robert Gabriel, integrante do Conselho de Segurança Nacional dos EUA. O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou presença e declarou que será “uma honra” participar.
Segundo a Casa Branca, o conselho discutirá temas como fortalecimento da governança, relações regionais, reconstrução, atração de investimentos e mobilização de capital. Também foi anunciada a criação da Força Internacional de Estabilização (ISF), sob comando do major-general Jasper Jeffers, com a missão de manter a segurança em Gaza e treinar uma nova força policial.
A decisão de Lula pode ter impacto diplomático relevante. O presidente brasileiro tem defendido em fóruns internacionais um cessar-fogo imediato e a criação de um Estado palestino, posicionamento que contrasta com a condução da iniciativa pelos Estados Unidos, aliados de Israel. Uma eventual aceitação pode gerar cobranças de coerência, enquanto uma recusa pode trazer custos diplomáticos e críticas da comunidade internacional.
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