Segundo o governador mineiro, hoje a esquerda brasileira estaria concentrada em um único nome, que, em sua avaliação, já se aproxima da aposentadoria (o presidente Luiz Inácio Lula da Silva), enquanto a direita reuniria "diversos quadros mais jovens", alguns inclusive na casa dos 40 anos. Para ele, esse cenário deve fortalecer o campo conservador.
Sua leitura é de que a multiplicidade de candidaturas de direita ampliaria o volume de votos no primeiro turno, que tenderiam a se transferir para o nome da oposição que avançar ao segundo turno.
Nesse sentido, ele reforçou que quem quer que seja o candidato que eventualmente dispute um segundo turno contra Lula, terá seu apoio.
"Eu estarei dando total apoio, como fiz em 2022. Eu ganhei para governador no primeiro turno e depois fiquei três semanas trabalhando para o candidato da direita que naquela ocasião era o Jair Bolsonaro", disse o governador mineiro.
(Com Agência Estado)
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