"Ele já disse que vai fazer com o Brasil o que Milei está fazendo na Argentina: cortar aposentadorias, programas sociais e congelar salários. Esse cara é tipo um Collor de Mello: vende sonhos e vai entregar pesadelos", afirmou Gleisi, em publicação nas redes sociais.
A declaração sobre as propostas de Flávio foi feita pela parlamentar como crítica à agenda defendida pelo adversário de Lula.
Collor foi eleito presidente em 1989, na primeira eleição direta para o cargo após a ditadura militar. Seu governo ficou marcado pelo Plano Collor, que bloqueou recursos de poupanças, contas-correntes e outras aplicações financeiras. Em 1992, foi aberto no Congresso um processo de impeachment contra o então presidente; Collor renunciou antes da conclusão do julgamento no Senado, que o declarou inabilitado por oito anos para o exercício de função pública.
Gleisi também afirmou que o momento após o primeiro turno deve ser de mobilização. "Uma eleição muito dura, mas não é para desanimar agora, gente. Não é hora de grandes análises ou busca de culpados; é hora de revertermos esse resultado e ganharmos o segundo turno", declarou.
Em outra manifestação, a deputada disse que a campanha não deve depender apenas das aparições de Lula. "Há votos para serem buscados e não é só pelas falas de Lula. É também por nossas falas, nossa militância, nossa ação onde vivemos e estamos", escreveu.
A estratégia defendida pela parlamentar inclui buscar eleitores que se abstiveram no primeiro turno e aqueles ainda indecisos para a votação de 25 de outubro.
(Com Agência Estado)
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