"Homenagem foi feita no momento em que ele era um policial reconhecido. Eu conheci ele dentro do Bope. Não tinha feito absolutamente nada de errado. Não tinha nada contra ele nesta época", afirmou.
Adriano da Nóbrega integrava uma milícia, formada por policiais e ex-policiais, em Rio das Pedras, na zona oeste do Rio. Além da homenagem, Flávio empregou a mãe e mulher do criminoso após ele ser absolvido por homicídio. O miliciano foi morto em confronto com a polícia no interior da Bahia.
Questionado sobre o apoio ao ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União) ao governo do Rio, Flávio disse que não faria o mesmo se soubesse das acusações contra o aliado. Em março, Bacellar foi preso por suposta ligação com o Comando Vermelho.
"É muito grave. Se eu soubesse disso, jamais (o apoiaria). Se forem comprovadas as acusações contra ele, é gravíssimo. O nome dele surgiu por uma composição partidária no Rio em que ele estava sendo indicado por um partido que estava na nossa coalizão. Ele tem direito de se defender e de provar a inocência dele, ou não, na justiça", disse Flávio.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









