"Vamos apoiar o pequeno negócio com crédito para empreender e orientação, pela rede da CAIXA, e apoiar a internacionalização de pequenas e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue mais longe", diz o texto. Também é defendida a desoneração das exportações e dos investimentos e redução das exceções tributárias, "para que grupos parecidos paguem impostos parecidos".
O documento defende uma abertura comercial "que dê ao setor produtivo acesso a bens de capital, tecnologia e insumos importados", a retomada de entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o fim gradual do IOF sobre câmbio. "A adesão à OCDE é mais do que um selo: ela exige convergência das nossas normas aos padrões internacionais, melhora a governança das empresas estatais, reduz a corrupção e integra o Brasil às melhores práticas globais."
Negociado sobre o legislado
Outro ponto defendido no plano é a ampliação do trabalho negociado sobre o legislado, permitindo que trabalhadores e empresas combinem diretamente as condições de trabalho, dentro da lei, em vez de seguir uma regra única imposta a todos. "Quando as duas partes negociam pensando em ganhos mútuos, cresce a qualidade do emprego, crescem as empresas e crescem as oportunidades." E indica que a ideia é "dar mais liberdade a quem trabalha, com jornada flexível que caiba na vida de mães, jovens e de quem tem mais dificuldade de entrar no mercado".
(Com Agência Estado)
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