"A experiência de eleições anteriores demonstrou que o simples apoio formal, desacompanhado de espaço para diálogo e influência, não atende aos objetivos da Federação nem aos interesses de seus filiados", diz o comunicado.
O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, já havia adiantado a neutralidade em entrevista ao Broadcast Político, em 24 de julho.
Na ocasião, ele afirmou que o partido não apoiaria nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL) e citou a falta de interlocução com as duas campanhas.
(Com Agência Estado)
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