O candidato petista participou pela manhã de um ato com mulheres na Praça da Sé, após uma missa de sétimo dia em homenagem à ativista Amelinha Teles.
A agenda teve ainda a participação das candidatas ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).
"Eu acho que essa intolerância tem que acabar no Brasil. É impossível. Toda religião digna do nome é tolerante", afirmou Haddad.
A fala ocorre em um contexto em que a questão religiosa ganhou destaque na corrida eleitoral. De acordo com a chapa bolsonarista, a informação falsa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil foi espalhada nas redes sociais a partir de uma postagem do perfil "Dilma Bolada".
Defesa das medidas contra as bets
Haddad também defendeu as medidas adotadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra as casas de aposta online (bets). O ex-ministro da fazendo disse que o presidente já havia sinalizado, em 2024, que poderia acabar com as apostas caso a regulamentação não resolvesse os problemas do setor.
Ao falar sobre Flávio, Haddad ainda afirmou que pessoas ligadas ao candidato têm relação com o mercado de apostas.
(Com Agência Estado)
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