A promessa de criação desse fundo havia sido feita pelo ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, mas atualmente está paralisada no Ministério da Gestão e Inovação (MGI). Um dos eixos desse fundo seria usar recursos confiscados de organizações criminosas para fortalecer o orçamento de órgãos destinados ao combate ao crime, como da Polícia Federal.
A paralisação foi aprovada em uma assembleia da Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal (ADPF). Os serviços de agendamento de passaportes estão entre os que ficarão suspensos no período.
De acordo com a ADPF, o objetivo da criação desse fundo é "estabelecer mecanismos estáveis de financiamento para a modernização das capacidades investigativas, a estruturação de unidades especializadas e a criação de incentivos à maior produtividade e eficiência".
O presidente da ADPF, Edvandir Paiva, defende a criação do fundo. "O fortalecimento da Polícia Federal é essencial para o enfrentamento efetivo das organizações criminosas que atuam em todo o país. Trata-se de uma medida estruturante para a segurança pública e para a proteção da sociedade", disse, em nota.
(Com Agência Estado)
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