Segundo a polícia, a investigação apontou que o grupo simulava atendimentos, emitia laudos médicos falsos e ainda entrava com ações judiciais para obrigar planos de saúde a custear procedimentos inexistentes ou com valores inflados. A polícia informou que a prática causava prejuízos financeiros expressivos às famílias das crianças.
Além disso, a polícia indicou o agravante de que o esquema atingia diretamente as crianças, com diagnósticos indevidos e intervenções terapêuticas inadequadas, "em afronta a princípios fundamentais de proteção e boa-fé".
Os policiais da 2ª Delegacia da Divisão de Investigação Gerais (DIG), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), investigam os crimes de estelionato e contra a fé pública. A operação desta quinta-feira envolveu cerca de 40 agentes em viaturas e carros descaracterizados, informou a polícia.
(Com Agência Estado)
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