Terça-feira, 21 de Julho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Brasil Terça-feira, 21 de Julho de 2026, 17:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 21 de Julho de 2026, 17h:00 - A | A

Capitã da PM que chegou morta ao hospital tinha 'lesão muito contundente' no rosto, diz polícia

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 180 e denuncie.


O porta-voz da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado Saulo Castro, afirmou nesta terça-feira, 21, que a capitã Michele Leão Azevedo apresentava uma "lesão muito contundente" no rosto quando chegou sem vida ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, na noite de segunda-feira, 20.

Durante entrevista coletiva no Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Castro disse ainda que o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, marido de Michele, foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio.

"Há pluralidade de lesões no corpo da vítima. Há uma lesão aparente muito contundente na face da vítima. Isso foi constatado de modo que fica muito clara a gravidade daquele ferimento", disse o delegado.

Em nota, o advogado Gustavo Nepomuceno, que representa o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, destacou que é essencial evitar julgamentos precipitados.

"Neste momento, é imprescindível que se aguarde a conclusão das investigações e dos laudos periciais, evitando-se qualquer julgamento precipitado. O caso ainda está em fase inicial de apuração, e todas as circunstâncias serão devidamente esclarecidas pelas autoridades competentes", afirma.

De acordo com a Polícia Civil, Michele já estava morta havia entre quatro e seis horas antes de dar entrada na unidade de saúde. Segundo o porta-voz da Polícia Civil, o casal mantinha uma relação conturbada.

"Há também a descrição de atos de violência psicológica e de violência moral do autor em relação à vítima, trazendo esse contexto de violência doméstica e familiar", disse o delegado.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros